Em um cenário cada vez mais competitivo, tanto para as corporações quanto para as pessoas que configuram essas estruturas, o marketing se torna indispensável. Convido agora a todos vocês, arqueiros da INTARGET, marketeiros de carreira e coração a dissertar sobre o seguinte debate. Os investimentos em marketing pessoal deveriam ser feitos pelas corporações ou pelas próprias pessoas, tendo em vista que o desenvolvimento de novas competências evolui o quadro de qualidade? Como isso impactaria diretamente no principal ativo das empresas, o cliente?
Divirtam-se.......
A melhor resposta ganhará o livro Marketing Pessoal no Contexto Pós-Moderno
Bom, num mercado competitivo e que exige cada vez mais qualificação no atendimento do cliente, penso que qquer investimento que se faça, visando uma recolocação ou simplismente uma posição diferenciada, deveria ser meta de qquer empresa. Sabemos que algumas empresas não enchergam treinamento e qualificação profissional como investimento e sim como custo e isso é muito ruim porque a expressão custo soa negativa para qualquer um.
Tenho uma opinião que é a seguinte: Só se chega a perfeição com muito treinamento focado no alvo, como, com os grandes atletas, por exemplo, por isso que a empresa deve investir. Mas tratando-se de uma empresa que ainda não enchergou o novo mercado e o novo cliente, numa visão mais profissional, não esperaria o movimento corporativo e investiria em minha qualificação, pois o bom resultado surgido da minha mudança, poderia enfim fazer com que a roda (empresa) gira-se e sai-se da inércia e com certeza impactaria na percepção do cliente, visto estar diferenciado da maioria.
Tudo que é novo gera expectativa e curiosidade.
Abç.
Sergio.'.
É certo que do ponto de vista do mkt como investimento no desenvolvimento pessoal tal como; vestimentas, postura e valorização de si mesmo dentre outras ações, o chamado mkt pessoal é sim de grande importância para alanvancar o desenvolvimento de novas relações no ambiente corporativo buscando excelência no relacionamento com o cliente. é importante salientar que ambas as partes (empresa e indivíduo) são responsáveis por esse desenvolvimento pessoal, cabendo a cada um colocar em prática tais ações no cotidiano da empresa. O indivíduo, através da busca por novos conhecimentos e métodos de trabalho, e a empresa fomentando essa busca através de cursos e treinamentos, bem como oferecendo condiçoes (com reconhecimento e valorização) para o desenvolvimento de novas competências, sem dúvida, atingiria de forma muito positiva a razão para todo esse processo; o cliente!
abraço,
gladyston
Bem, de entrona, afinal de contas não entendo muito, ou melhor, nada de marketing, vou deixar minha humilde opinião.
Opinião esta que não contrui através de nehuma leitura ou busca por tal assunto, e sim por algumas poucas experiências que tenho passado.
Ai vai!
Tendo em vista a imensa competitividade que nos cerca, a busca deve inicialmente ser pessoal, ou seja, todos nós devemos buscar subsídios que ofereçam suporte cada vez mais sólido para a base de nossas carreiras e isso inclui, cursos, leituras, vídeos e até mesmo sua rede de relacionamentos pessoais e profissionais.
As empresas também podem e devem comprometer-se com a solidificação da carreira de seus prifissionais, afinal, é pré-histórico saber que quando somos reconhecidos e recompensados por aquilo que fazemos, procuramos fazer ainda melhor. E que todo conhecimento adquirido é também aplicado onde temos retorno, não só financeiro, mas pessoal também, de modo que o investimento da empresa no profissional traz comprovadamente recompensas a todos envolvidos no processo.
Bem, observando o cenário empresarial, caimos mais uma vez em questões pessoais. Porque? Por que mais uma vez, nós, que busamos melhorias, também devemos deixar uma pitadinha de ousadia nos "corromper" e buscar empresas que reconheçam e apoiem o seu crescimento, e nesta história cria-se um circulo vicioso, onde o investimento parte do pessoal, passa para o empresárial e volta para o pessoal e desta forma todos saem ganhando.
Bjs,
Priscila Salgado.
Acredito que a corporação tem mais tem a lucrar em se tratando de marketing pessoal que, neste caso, é cuidar do colaborador. A corporação pode ganhar em duas frentes distintas:
Na primeira, o reconhecimento pelo trabalho e o sentimento de valorização pessoal que cria no colaborador é muito positivo para a empresa, pois serve de incentivo para os demais colaboradores, aumenta a produtividade e torna fácil a identificação de líderes entre os funcionários.
Na segunda frente, conforme o porte da empresa, existem alguns prêmios e reconhecimentos que algumas publicações, como a revista Amanhã faz, que expõe o sentimento de satisfação do colaborador para a sociedade, como no caso das 10 Melhores empresas para se Trabalhar.
A corporação torna-se desejada pela sociedade uma vez que a qualidade da mão de obra aumenta, o funcionário valoriza sua vaga pois acredita que existem outras pessoas tão qualificadas quanto ele esperando uma oportunidade na empresa.
Mas para se obter esse patamar é necessário fazer um investimento, criar e desenvolver um sistema de qualificação dos funcionários, monitorar os colaboradores. Tudo necessita investimento.